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Teste da orelhinha

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Assim que nascem, os bebês passam por alguns testes! O mais conhecido é o teste do pezinho, mas também existem outros que são bastante importantes, entre eles: Teste do coraçãozinho, teste do olhinho, teste do quadril e o teste da orelhinha, que o teste do qual falaremos hoje!

A audição é um dos sentidos mais importantes para o desenvolvimento dos bebês, é através dela que os bebês vão ouvir palavras e aprender a reproduzi-las. E olhe só, eles ouvem desde quando estão dentro do ventre da mãe, e inclusive quando nascem, são capazes de reconhecer a voz da mãe e de pessoas mega próximas durante a gestação.

Quais fatores podem aumentar as chances da criança ter problemas auditivos?

– História familiar: ter outros casos de surdez na família;
– Infecção intra-uterina: provocada por citomegalovírus, rubéola, sífilis, herpes genital ou toxoplasmose;
– Baixo peso;
– Hiperbilirubinemia: doença que ocorre 24 horas depois do parto. O bebê fica todo amarelo por causa do aumento de uma substância chamada bilirrubina;
– Medicações ototóxicas;
– Síndromes neurológicas: Síndrome de Down ou de Waldemburg, entre outros.
 
O diagnóstico precoce de qualquer problema auditivo pode ajudar a criança e ter desenvolvimento mais próximo de uma criança em condições normais.
 
 
O teste da orelhinha ou Triagem auditiva Neonatal (Exame de Emissões Otoacústicas Evocadas), é mega importante e garantido por lei.
Esse exame consiste na colocação de um fone acoplado a um computador na orelha do bebê que emite sons de fraca intensidade e recolhe as respostas que a orelha interna do bebê produz.
O Teste da Orelhinha é realizado com o bebê dormindo, em sono natural, é indolor e não machuca, não precisa de picadas ou sangue do bebê, não tem contra-indicações e dura em torno de 10 minutos.
 
Se o bebê não passar no teste, ele deve ser encaminhado para avaliação otorrinolaringológica. Há situações onde o bebê não passa no teste e o bebê tem audição normal. Porém se confirmada a perda auditiva esta família deve ser orienta para iniciar a reabilitação auditiva.
 
Podem acontecer falsos positivos no Teste da Orelhinha. Quando o bebê não passa no teste, mas tem audição normal. Esta condição é comum. A presença de líquido na orelha média, vernix caseoso no conduto auditivo e até mesmo cerúmen, podem levar a um resultado positivo. Ai está a importância da avaliação médica e do reteste do bebê. Muitas instituições  complementam a avaliação com Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico Automático (PEATE automático), que é mais específico que o  exame de emissões otoacústicas e não se altera frente as condições acima.
Frente ao teste positivo, o bebê deve ser submetido a exames mais detalhados, que poderá dar informações valiosas sobre a audição do bebê, determinando se ele ouve ou não e até que intensidade sonora ele ouve (limiar auditivo).
Se confirmada a perda auditiva, o bebê deverá iniciar o processo de reabilitação auditivo e ser acompanhado pela equipe de otorrinolaringologistas e fonoaudiólogos.
 
Veja sinais de que seu bebê está com a audição funcionando normalmente:
0 a 6 meses
O bebê se assusta, chora ou acorda com sons intensos e repentinos. Reconhece a voz materna e procura a origem dos sons.
 
6 a 12 meses
Localiza prontamente os sons de seu interesse e reage a sons suaves. O balbucio se intensifica e reconhece seu nome quando chamado.
 
12 a 30 meses
 
Vai do início da primeira palavra (papai) até o uso de sentenças simples (dá bola). Lógico que ainda é cedo, mas nunca incentive o filho a falar errado só porque soa bonitinho. Se ela diz que o papai chegou de “calo”, corrija naturalmente dizendo que ele chegou de carro. O estímulo à pronúncia correta é fundamental no aprendizado. 
 
Fonte de consulta: http://otorrinopediatrica.org.br/teste.asp

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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