Talline Sapatilhas
Uncategorized

Fibrilação atrial – O que é!

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 0 Flares ×

Você sabia que a fibrilação atrial é um distúrbio do ritmo do coração que atinge principalmente idosos? O problema também aumenta em cinco vezes o risco de AVC e em três vezes a insuficiência cardíaca!

Saiba mais sobre essa doença que pode causar palpitação; falta de ar ou fôlego curto; fraqueza; e dor opressiva e intensa no tórax durante o esforço físico nessa entrevista com o Dr. Luiz Velloso, cardiologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.


Com ocorrência em adultos a partir dos 50 anos e mais frequente depois dos 80 anos, a fibrilação atrial (FA) é um descompasso no ritmo do coração. Para entender melhor, em um batimento cardíaco normal, os átrios se contraem e mandam sangue para os ventrículos, que em frações de segundos depois se contraem e enviam o sangue para o corpo. A sequência de contrações é determinada por impulsos elétricos automáticos e regulares.

Nas arritmias cardíacas, esta ordem deixa de ocorrer de forma correta. De acordo com o cardiologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Luiz Velloso, no caso da fibrilação atrial há uma atividade elétrica caótica nos átrios. “Os ventrículos passam a se contrair em intervalos irregulares e a ausência da contração dos átrios pode diminuir a capacidade de bombeamento do coração, predispondo à formação de coágulos sanguíneos.”

Quando a obstrução causada por um destes coágulos ocorre em artérias do crânio, a consequência é o Acidente Vascular Cerebral (AVC) embólico. Essa complicação costuma determinar a perda permanente dos movimentos, da fala ou da visão, podendo levar a estados de coma e até à morte. Derrames pequenos e repetidos podem resultar em perda gradativa de memória, coordenação motora e capacidade de expressão ou compreensão.

A fibrilação atrial pode ser assintomática em até 25% dos casos, mas os sintomas mais comuns são palpitação; falta de ar ou fôlego curto; fraqueza; e dor opressiva e intensa no tórax durante o esforço físico. “Em casos graves pode causar desmaios; choque, queda acentuada e prolongada da pressão arterial, com palidez e suor frio; e falta de ar intensa súbita”, afirma o cardiologista.

Muitas vezes, a doença é diagnosticada apenas quando o médico investiga as causas de suas complicações – ou seja, quando examina um paciente com derrame cerebral, insuficiência cardíaca ou síndrome demencial.

Exames preventivos

Determinadas condições fazem com que o paciente desenvolva a FA. A melhor forma de prevenir é controlar os fatores de risco com avaliações clínicas de rotina, a cada um ou dois anos, em pessoas assintomáticas com mais de 18 anos.

Hipertensão arterial: diagnosticada em avaliações clínicas.

Diabetes: detectada por meio de exame de sangue.

Lesões das válvulas cardíacas: reveladas por meio de um ecocardiograma.

Doença coronariana: identificada por meio de eletrocardiograma de esforço.

Hipertireoidismo: diagnosticado pela dosagem dos hormônios tireoidianos.

Insuficiência cardíaca congestiva: necessário acompanhamento com cardiologista.

Insuficiência renal crônica: diagnosticada por meio de dosagem de ureia e creatinina.

Fonte: Luiz Velloso, cardiologista na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

Publicidade

Parceiros

Siga-nos no Instagram

Voltar ao topo