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Os livros de colorir realmente relaxam?

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Eles viraram febre entre os adultos e atualmente são a nova promessa para diminuir o estresse e reduzir a ansiedade, mas será que os livros para colorir realmente têm o poder de relaxar a mente e aliviar os sintomas de uma vida agitada? 

Veja a entrevista com Rita Calegari, Coordenadora Psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo e descubra:

Com a promessa de diminuir o estresse e reduzir a ansiedade, os livros de colorir para adultos se tornaram rapidamente um fenômeno mundial de vendas.
Desde o lançamento do primeiro exemplar, em 2013, foram vendidos mais de 1,4 milhão de livros, traduzidos em 22 idiomas em todo o mundo. No Brasil, o auge do fenômeno aconteceu entre os meses de abril e maio de 2015, e representou mais de 17% de todas as obras vendidas no país. E não é para menos, já que o Brasil é considerado o segundo país com maior número de pessoas estressadas no mundo todo, perdendo apenas para o Japão.
Apesar do surpreendente número de vendas, será que o novo tipo de atividade realmente ajuda a promover sensações de bem-estar no organismo?
De acordo com Rita Calegari, Coordenadora Psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, colorir promove, sim, reações fisiológicas de relaxamento e bem-estar e ainda ativa algumas regiões do cérebro que nem sempre são estimuladas no dia a dia.

Ainda segundo ela, a arte em geral, como a música, a pintura, a escultura, a fotografia, a dança, a leitura e o canto, por exemplo, são formas de “alimentar” o cérebro e são muito importantes para a saúde física e mental do ser humano.  

Portanto, além de encontrar uma atividade que traga sensações de relaxamento, a coordenadora psicossocial aconselha procurar sempre um profissional para descobrir a causa do estresse e da ansiedade, caso eles sejam constantes: “Os livros de colorir, a atividade física, as atividades artísticas, a meditação e uma alimentação correta e balanceada são algumas das formas saudáveis de ajudar nosso corpo a atravessar as dificuldades, mas todas essas ações devem estar sempre associadas a um profissional e sua prática terapêutica”, finaliza.

Fonte: Rita Calegari, Coordenadora Psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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