Talline Sapatilhas
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Ensino Bilingue

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Aqui em casa somos bem divididos entre a educação bilingue ou não!
Eu acredito que quando pequeno é muito mais fácil aprender mas ao mesmo tempo acho que devemos ir devagar com os pequenos, o que você pensa sobre isso?
Hoje listo alguns pontos da educação bilingue.

  1. Qual a importância do ensino bilíngue para a criança?
Sem dúvida alguma, hoje em dia é essencial falar mais de um idioma. O mundo evoluiu e ampliaram-se os contatos internacionais a partir da TV, da internet, das facilidades em viajar, conhecer novos lugares e culturas. Enfim, o mundo se globalizou, e com essa globalização houve a necessidade de se estabelecer uma linguagem comum de comunicação. Ser bilíngüe passou a ser uma ferramenta acadêmica e profissional fundamental.
  1. O início deste ensino bilíngue a partir da primeira infância facilita o aprendizado? Por quê?
Isso acontece porque é durante os anos iniciais de vida que o cérebro está voltado e mais atento para o aprendizado da língua (conexões neurais). Até os seis anos, o cérebro da criança está “a todo vapor” assimilando, processando e estruturando as informações.
Quando a aquisição de dois idiomas acontece simultaneamente na infância, os códigos lingüísticos de ambas as línguas são armazenados no mesmo local do cérebro. Isso faz com que a criança desenvolva habilidades fonológicas e de uso em ambas as línguas mais rapidamente, sem sotaques e com mais facilidade.
Além disso, ao contrário do adulto, a criança ainda desconhece a inibição, desmotivação, perfeccionismo, falta de autoconfiança, ansiedade, entre outros sentimentos que prejudicam esse processo como acontece na fase adulta.
  1. A partir de que idade recomenda-se o início desta prática?
A criança pode ser inserida em um ambiente bilíngüe desde o seu nascimento. Não há contra-indicações quanto ao contato precoce com uma nova língua. Inclusive, a exposição simultânea da criança a mais de um idioma aumenta o número de conexões cerebrais o que impacta positivamente o desenvolvimento não só da sua capacidade lingüística como também das suas capacidades cognitivas, criativas, intelectuais e sociais. Na Tiny People Bilingual School, desde seu ingresso, o aluno inicia o programa de imersão na língua inglesa com o intuito da compreensão, aquisição e vivência nesta língua. As crianças adquirem o idioma naturalmente desenvolvendo a habilidade de pensar nos dois idiomas e tornam-se apta a utilizá-los de acordo com as diferentes situações. 
  1. Qual a melhor forma de ensinar a criança outro idioma?
Na escola bilíngüe o segundo idioma se constitui não em objeto de estudo, mas sim em instrumento de estudo. As crianças adquirem o novo idioma vivenciando as situações do dia a dia escolar, nessa língua. Assim, mais do que somente se comunicar em outra língua, as crianças adquirem a capacidade de pensar sobre conhecimentos gerais também nesse idioma. Isto é o que chamamos de imersão. Na Tiny People, tudo o que faz parte desse contexto bilíngüe, desde os ambientes aos quais a criança esta exposta, as metodologias de ensino, os materiais e recursos utilizados e os profissionais que estão envolvidos, são estruturados para que seja garantida a fluência no novo idioma juntamente com a qualidade no ensino, sem limitar as possibilidades e nem causar prejuízos para a criança.
  1. Caso os pais não seja bilíngues, isso pode dificultar o aprendizado da criança?
Não, pois a criança terá outros meios de aprendizagem da segunda língua.
  1. Que pontos os pais devem levar em conta ao escolher a segunda língua de seu filho?
Em geral os pais optam pela língua inglesa, já que esta é a lingua oficial dos negócios, cultura e ciências, mas se houver algum vínculo ou projeto de mudança para um país onde o inglês não é falado, vale a pena direcionar esforços para este outro idioma. 
O contato com outro idioma pode prejudicar a aquisição da língua pátria?
Não, crianças pequenas aprendem quantas línguas o ambiente lhes proporcionar, desde que esse aprendizado seja contextualizado e tenha uma função comunicativa.
O cérebro da criança possui uma enorme capacidade de adaptação, por isso, a criança inserida em um contexto bilíngüe difere naturalmente as situações de fala. Segundo Noam Chomsky, um dos mais importantes lingüistas, “a aquisição da linguagem é simplesmente um processo de desenvolvimento de capacidades inatas, de modo que os meninos e as meninas aprendem a falar da mesma forma que os pássaros aprendem a voar” (COLL et alii, 1995:70).
No entanto, é necessário ficar atento para que a criança tenha sua identidade cultural respeitada e preservada. O ensino de outro idioma não deve ter prioridade e nem ganhar mais destaque do que o da língua materna. Até mesmo porque a criança que conhece bem sua língua materna aprende com mais facilidade um segundo idioma.
Na Tiny People, ao completar 4 anos, nosso aluno inicia seu contato também com a língua espanhola. A partir de músicas e histórias tradicionais a criança se familiariza com o sistema fonológico e características do terceiro idioma, facilitando a aquisição da proficiência no mesmo. Além disso, a Tiny People supre a necessidade do bilingüismo sem perder o contato com a cultura nacional.  Desde o ingresso na escola, o aluno participa de aulas de cultura brasileira, nas quais ele tem acesso ao acervo cultural dos contos, lendas e brincadeiras tradicionais brasileiras, além da aula de música em português. A partir dos 4 anos, os alunos ficam na escola em um período estendido, ampliando-se assim, as atividades ministradas em português.
O projeto pedagógico da escola contempla todas as áreas do conhecimento tanto em inglês quanto em português, contribuindo para a reflexão das crianças em ambas as línguas.

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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