Talline Sapatilhas
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Teste do pézinho

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Assim que nossos pequenos nascem eles são submetidos a uma série de exames e entre eles está o exame do pezinho!

Talvez esse seja o mais famoso dos exames feitos nos recém nascidos, mas será que as mamães sabem para que ele serve?

No exame do pezinho podem ser detectados vários tipos de doenças, entre metabólicas, congênitas e infecciosas, por isso sua importância!
O exame deve ser feito com algumas gotas de sangue do calcanhar do recém nascido, entre o terceiro e sétimo dia de vida, antes ou depois disso os resultados podem não ser tão precisos.

Na rede pública e em postos de saúde, a triagem básica é gratuita, mas sua abrangência e o tipo de doenças a mais incluídas no teste variam de Estado para Estado. Em hospitais e maternidades particulares, ele geralmente é pago, porém os convênios cobrem o exame.

Doenças detectadas pelo teste do pezinho básico
As doenças detectadas pelo teste do pezinho básico, que é grátis pelo sus, incluem por lei: 
– Fenilcetonúria: uma doença que causa um comprometimento neurológico no desenvolvimento da criança;
– Hipotireoidismo congênito: doença que pode levar ao retardamento mental e a malformações físicas;
Porém a maioria dos estados cobrem também:
– Anemia falciforme: pode levar a alterações em todos os órgãos e sistemas do corpo;
– Hiperplasia adrenal congênita: doença que faz com que a criança tenha uma deficiência hormonal de alguns hormônios e um exagero na produção de outros, que pode, inclusive, levar à morte;
– Fibrose Cística: doença que leva à produção de uma grande quantidade de muco, comprometendo o sistema respiratório e afetando também o pâncreas;
– Deficiência de biotinidase: pode levar a convulsões, falta de coordenação motora, atraso no desenvolvimento e queda dos cabelos.

Doenças detectadas pelo teste do pezinho ampliado
Além das doenças acima citadas, o teste do pezinho ampliado ou expandido consegue detectar outras doenças como por exemplo:
– Galactosemia: doença que faz com que a criança não consiga digerir o açúcar presente no leite, podendo levar a um comprometimento do sistema nervoso central;
– Toxoplasmose Congênita: doença que pode ser fatal ou levar à cegueira, icterícia que é a pele amarelada, convulsões ou retardo mental;
– Deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase: facilita o aparecimento de anemias, que podem variar de intensidade;
– Sífilis congênita: uma doença grave que pode levar ao comprometimento do sistema nervoso central;
– Aids: doença que leva a um sério comprometimento do sistema imune, que ainda não tem cura;
– Rubéola congênita: provoca deformações congênitas como catarata, surdez, retardo mental e até má formações cardíacas;
– Herpes congênita: doença rara que pode causar lesões localizadas na pele, mucosas e olhos, ou disseminada, afetando seriamente o sistema nervoso central;
– Doença do citomegalovírus congênita: pode gerar calcificações cerebrais e retardo mental e motor;
– Doença de chagas congênita: uma doença infecciosa que pode causar retardo mental, psicomotor e alterações oculares.
Esse teste especial não é realizado pelo SUS, em hospitais particulares você pode verificar antes do parto os valores e já pedir que seja realizado, porém, a grande maioria dos convênios também não cobrem

Acho que deu pra perceber como é fundamental que o teste seja feito, não é?

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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