Talline Sapatilhas
Uncategorized

Estou grávida, e agora? (Post 6: Tipos de parto)

0 Flares Twitter 0 Facebook 0 0 Flares ×


Existem váriAs formas de um bebê chegar ao mundo e esta acaba sendo uma das maiores preocupações das mamães de primeira viagem!

Acredito que a primeira etapa é conhecer os tipos de parto. Vamos tentar explicar o básico de cada um deles, mas, um obstetra pode explicar bem melhor e esclarecer as dúvidas das futuras mamães.

Os costumes mudam com o tempo, antes a maioria dos partos eram em casa, com parteiras, hoje a maioria acontece em maternidades, mas a primeira opção não foi descartada e está cada dia mais voltando ao conhecimento e costume das mamães.

O parto normal, que pode ser natural, de cócoras ou na água, o método Leboyer, a cesariana e o parto com fórceps são os tipos de parto conhecidos hoje em dia na nossa sociedade.
Nem sempre a mãe tem opção de escolher, mas que fique bem claro, exceto em casos de emergência, aonde se faz necessária uma cesariana, a mãe é quem deve escolher como quer que seu filho chegue ao mundo.

É importante que independente do tipo de parto desejado um pré parto seja feito e possibilite que tudo ocorra da melhor maneira possível, é aí que entra o pré-natal, que deve ser levado a sério.

Vamos começar pelo trabalho de parto

-Começa pelo pródromo, também conhecida como fase pré-sintomática, em que a mulher ainda não tem contrações regulares e ainda não atingiu uma dilatação de pelo menos 2 cm ou 3 cm.
-Depois vem a primeira fase ativa que é a dilatação do colo uterino, acompanhada pela descida do bebê na pelve materna; 
-A segunda fase, conhecida por expulsão fetal, dura desde o momento em que a dilatação é total (10 cm) até o nascimento em si.
-A terceira fase é a dequitação ou expulsão da placenta; 
-E a quarta e última fase se inicia após a saída da placenta e dura mais uma hora – período em que o útero se contrai para cessar o sangramento, evitando hemorragias internas.

Tipos de parto

Existem os partos normais e os partos operatórios.

Parto normal:
É todo parto que acontece por via vaginal, ou seja, o bebê sai pela vagina (pelve) da mulher. 
Dependendo do desenrolar do trabalho de parto, o médico pode usar medicamentos e fazer algumas intervenções.
A gestante pode receber analgesia, que inibe a dor, mas não tira a sensação das contrações nem o sentido do tato. Após a dilatação do colo do útero, ela é colocada na cama de parto, onde o obstetra a ajudará na saída do bebê. Às vezes, faz-se a episiotomia (um corte) no períneo (região que liga a vagina ao ânus), com o objetivo de facilitar a passagem do bebê.

Parto natural:
É um evento que prevê o mínimo de intervenções para a sua condução. 
Pode-se até utilizar algumas manobras para que a mulher não sinta dor. Neste tipo de parto a mulher pode receber massagens, ficar na posição que se sentir melhor, ter acompanhante, como uma doula, por exemplo. 

Parto de cócoras:
É uma forma bem antiga de dar à luz e com a ajuda da gravidade que puxa o peso para baixo e colabora com o trabalho de parto, esta pode ser a forma mais fácil de expulsar o bebê.
A vantagem é a abertura maior da vagina e da bacia óssea, provocada pela posição, deixando o canal de parto desimpedido e muitas vezes facilitando a saída do bebê, porém, nessa posição a chances de lacerações na àrea pela qual o bebê é expulso são maiores.

Parto na água:
Muitas culturas pregam que o bebê está o tempo todo em um meio aquoso e que nascendo na água irá sofrer menos impacto.
Mas o liquido aminiótico é livre de bactérias, a água não, o que pode causar alguma contaminação, além do que ao nascer o ideal é que o bebê oxigêne os pulmões e para isso precisa de ar. Apesar de ainda estar ligado ao cordão umbilical o ideal é que os pulmões estejam livres de liquidos para que o bebê possa respirar tranquilamente.
Portanto, embora a gestante se sinta confortável na água durante o trabalho de parto o momento do nascimento é mais seguro fora da água.

Parto a fórceps:
É um parto operatório via vaginal, em que é usado um instrumento cirúrgico em formato de duas colheres (fórceps) para a retirada do bebê. Esse procedimento se faz quando o bebê está com alguma dificuldade para sair e pode entrar em sofrimento. Quando bem indicado, bem feito e no momento certo, não prejudica nem o bebê nem a mãe.

Parto de múltiplos:
Pode sim ser um parto normal, apesar de muitos dizerem que é indicação de casariana, isso irá depender da posição dos bebês. Em caso de gêmeos, se ambos estiverem de cabeça para baixo, o parto normal é tecnicamente aceitável. Se os bebês estiverem sentados ou invertidos – o primeiro estiver sentado e o segundo estiver de cabeça para baixo – é indicado o parto por cesariana.
Se forem trigêmeos ou mais a indicação de casariana acontece pois a posição dos bebês pode mudar durante o parto.

Parto Leboyer:
É um tipo de parto que presa por um ambiente mais confortável para o nascimento, com foco no atendimento ao recém-nascido, tentando intuitivamente fazer daquela experiência a menos traumática possível. Leva este nome pois foi criado pelo médico francês Frédérick Leboyer.
Neste tipo de parto o silêncio é fundamental principalmente após o nascimento, utiliza-se de pouca luz, a amamentação é precoce e o banho pode ser dado pelo pai sempre perto da mãe. Esses tipos de cuidados podem ser utilizados em todos os tipos de parto.

Parto cesárea ou cesariana:
Os primeiros relatos de cesarianas com sobrevida da mãe são do final do século 19 e começo do século 20, visto que antes 
esse tipo de cirurgia era realizado apenas em casos de extrema necessidade e praticamente todas as mães que passavam por ele morriam, pois o útero ficava sangrando aberto até se recompor, o que muitas vezes não acontecia e acabava em hemorragias ou infecções.
Este é um parto operatório, com corte abdominal e é realizado quando não existem condições favoráveis de a criança vir ao mundo de parto normal(ou pelo menos é o indicado que seja feito).
Na cesárea, após a anestesia, o médico corta algumas camadas de tecido abdominal até chegar ao útero, por onde é retirada a criança; depois, é cortado o cordão umbilical e a cavidade uterina é limpa. Só então o médico faz as suturas no caminho inverso, utilizando fios cirúrgicos.
Alguns são os motivos que levam os obstetras a realizar uma cesárea, como prolapso do cordão umbilical (quando o cordão surge pela vagina antes do aparecimento da criança), descolamento prematuro da placenta e sofrimento fetal agudo, entre outros.

Onde parir?
Todos os tipos de parto podem ser feitos em maternidades, que tem condições de assitência imediata à mãe e ao bebê em caso mais complexos, mas que também podem dar mais segurança à família.
Porém alguns tipos de parto podem ser feitos em casa ou em centros de partos que atendem de forma mais adaptada às solicitações da mãe.

Cuidados pós-parto e neonatais
No pós parto o copor da mulher irá retornar ao lugar e ás características de pré gravidez, o que leva em média 42 dias, período conhecido como puerpério ou ainda como resguardo. 
Quando a mãe tiver feito uma cesariana, os cuidados são os mesmos de qualquer pessoa que se submeteu à uma cirurgia.
No parto normal os cuidados são um pouco menores.
Até a segunda semana após o nascimento a mulher deve fazer atividades leves, mas deve se movimentar, em função do risco de trombose quando se fica imóvel por muito tempo.
Da segunda à quarta semana já pode voltar às atividades do dia a dia, sempre respeitando seu corpo e seu bem-estar. Como está amamentando e dormindo pouco devido aos cuidados com o beb~e, a mulher deve se alimentar muito bem e tentar manter um equilibrio entre a rotina e o descanso.
A partir de quatro semanas, a mãe já pode iniciar uma atividade física e depois de seis semanas pode voltar à sua vida sexual. Antes desse período, o útero da mulher ainda está regredindo e, portanto, encontra-se mais vulnerável às infecções.

Entre um parto e outro deve-se ter um tempo de um ano ao menos. Antes desse tempo o risco de parto prematuro e rompimento da cicatriz do útero em caso de cesárea é muito maior.

Fonte:http://www.einstein.br

Veja os outros posts da série: Estou grávida, e agora?
Confirmação e teste de gravidez:
https://www.namiradamamae.com.br/2014/05/estou-gravida-teste-de-gravidez.html

os sintomas da gestação:
https://www.namiradamamae.com.br/2014/05/estou-gravida-e-agora-sintomas.html

Como dar a notícia:
https://www.namiradamamae.com.br/2014/05/estou-gravida-e-agora-como-dar-a-noticia.html

Exames:
https://www.namiradamamae.com.br/2014/05/estou-gravida-e-agora-exames.html

Enxoval:
https://www.namiradamamae.com.br/2014/05/estou-gravida-e-agora-enxoval.html

Quarto:
https://www.namiradamamae.com.br/2014/06/estou-gravida-e-agora-o-quarto.html

Mala da Maternidade:
https://www.namiradamamae.com.br/2014/06/estou-gravida-e-agora-mala-da.html

Auto-Estima na Gestação:

https://www.namiradamamae.com.br/2014/06/estou-gravida-e-agora-auto-estima-na-gestacao.html


Tags

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

Publicidade

Parceiros

Siga-nos no Instagram

Voltar ao topo