Talline Sapatilhas
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Conectado 24 horas por dia? Então por favor desconecte-se mas antes veja o motivo…

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Você tem tempo de qualidade com a sua família?
Preste atenção, eu disse de QUALIDADE!

Não basta estar presente, tem que SER presente!
Aonde está seu filho agora?

Se você me disser que ele está vendo TV sozinho ou brincando sozinho te digo: – use este texto como uma forma de refletir sobre isso!
Pare para pensar:  -Será que você anda conectado com o que realmente importa?
E sabe o motivo de eu estar falando disso?
Serei sincera em dizer que me peguei conectada de mais com o celular e de menos com a minha filha, que só tem 1 ano e meio e não entende por qual razão tem que disputar a minha atenção 24 horas por dia com o tal aparelho!
E sabe quando eu percebi isso? Quando a vi pedindo para usar o celular várias vezes durante o dia ou tomando atitudes que não fazem parte do seu comportamento normal só para chamar atenção!
Opa! Não quero que a Fernanda tenha mais lembranças da mamãe aqui grudadinha no smartphone e conectada com várias redes sociais do que lembranças de momentos nos quais éramos só eu e ela em uma conexão especial e única!
Imagem (Daqui)
Entre uma olhadinha no instagram, uma curtida no facebook e uma lidinha rápida no e-mail existe um laço muito importante se desfazendo, o laço familiar. Vejo em restaurantes, shoppings e praças famílias lindas que tinham tudo pra estarem interagindo, mas que usam seu tempo “juntos” para consultarem os aparelhos que os mantém ligados no mundo “lá fora”.

E é sobre esse laço que eu quero falar com vocês!

Ontem sem saber da proposta de falar sobre este tema que eu tinha, o Erick postou um texto aqui no blog sobre tecnologia e seus limites. E é exatamente isso, tecnologia é algo que agrega coisas boas, facilita a vida mas tem que ser usada com moderação, com cautela e principalmente com bom-senso!
Não basta você controlar os acessos do seu filho, estipular horas de uso, saber senhas e controlar o que ele vê, você precisa SE CONTROLAR, o exagero não é bom em nada nessa vida!

Uma criança que vê o pai e a mãe frenéticamente ligado no smartphone ou colado no notebook, será uma criança que fará um uso beeeeeem maior dessas tecnologias. Não deixe de mostrar ao seu pequeno que existem histórias lindas nos livros, aguardando que ele as descubra, jogos de tabuleiro mega divertidos que vão unir a familia toda ou então programas simples, como os de antigamente (e aí vem meu amor pelo nosso Family Day) que pode ser muito mais divertido do que uma tarde na frente da TV, do video-game ou do computador!
Permita que seu filho descubra o mundo que existe fora das telinhas as quais vivemos ligados! Permita principalmente fazer parte dessas descobertas!
(Imagem do Family Day)

Quanto tempo faz que você não senta no chão e brinca com uma criança (sem olha pro lado com o “pip” do Whatsapp te chamar)?
Faz quanto tempo que você não conversa com sua família na mesa do jantar sem a TV estar ligada ali do lado, ou com os celular deixados lá na gaveta?
Faz quanto tempo que você não vai pra um restaurante entre amigos e/ou familia e deixa o celular em casa sem ficar pensando nele?
Aposto que faz muuuuuuuuuuuuuuito tempo! E eu falo por mim! 
Sou ligada 24 horas por dia e percebi que uma criança me mostrasse que estou EXAGERANDO! Minha filha não sabe esperar pra usar o tempo que for só dela! Ela é criança e quer a mamãe e o papai por perto de verdade!
(Se fosse uma babá, você não acharia ruim que ela ficasse o dia todo olhando o celular ao invés de cuidar e brincar com seu filho? Pq com você a postura é outra?)

Trabalho em casa, no meu “momoffice” e por isso passo grande parte do dia ligada no notebook e/ou no celular, mas a decisão agora é a seguinte: O tempo dela é SÓ dela!
Afinal eu amo tanto (e ela deve amar mais ainda) sentar com ela no colo e ler uma história, ver um filme, desenhar… então vou curtir 100% estes momentos e tenho certeza que ela se lembrará disso para sempre! São de momentos assim que famílias precisam pra seguirem fortes e imunes às coisas ruins que vem de fora!

Quer uma dica?
Desative alarmes desnecessários! Deixe para olhar as redes sociais apenas quando for a hora disso, ao invés de olhar a cada “pip” que o celular fizer!
Quando for sair, saia com o celular no bolso ou na bolsa, nunca nas mãos!
Garanto que pequenas atitudes já vão deixar você mais “off” dos eletrônicos e mais “on” com as pessoas ao seu redor, que ao contrário do aparelho, tem necessidade de você!

Para terminar queria que vocês conhecessem a história da família que ficou 6 meses sem eletrônicos e relatou a experiência no livro “The Winter of Our Disconnect” (O inverno de nossa desconexão)
Susan Maushart viveu o sonho de quaisquer pais modernos: desconectou seus filhos adolescentes. Durante seis meses, Susan desligou a internet, a televisão, os iPods, os celulares e os jogos de videogame. O fantasmagórico brilho das telas deixou de iluminar a sala de estar. Os aparatos eletrônicos não soavam mais à noite como “grilos maléficos”. E ela deixou de levar seu iPhone para o banheiro. O resultado do que Susan chama “o experimento” foi uma imersão na vida real.
Susan considera que viver totalmente desconectado por seis meses não é algo realista para a maioria, mas recomenda que as famílias se desconectem periodicamente. “Uma forma de fazê-lo é estabelecer um dia da semana sem telas. Não como castigo, mas como algo especial”, diz. As informações são da Associated Press. “

E Aí? Topa o desafio de se desconectar periodicamente?
Tente e venha nos contar a experiência da sua família!
Recomendo também este texto: http://revistaplaneta.terra.com.br/secao/reportagens/24-horas-conectados

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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