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Você comeria sua propria placenta?

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Prática de comer placenta está se espalhando pelos Estados Unidos. Mães creem em benefícios para saúde, ainda não provados pela ciência. Profissionais especializados em encapsular o órgão cobram U$200.”


Esta foi a noticia publica no G1 e eu curiosa fui “curiar” a respeito!

A técninca é chamada de placentofagia consiste em guardar a própria placenta para ingerir posteriormente, cozida ou encapsulada!
Não existem estudos o suficiente para comprovar que realmente é benefico e um grupo de mães que acredita nisso está espalhando o costume no estado do Utah, nos Estados Unidos, e em outros locais do país. Cerca de 5 a 10% das mães já pedem para empocotarem e deixarem no gelo a placenta após o nascimento do filho, a levam para casa e algumas consomem cozida mesmo, outras consomem encapsuladas.

“Para muitos, pensar em canibalizar algo expelido de seu próprio corpo desencadeia um reflexo de ânsia. A placenta contém material genético da mãe, do pai e do bebê. Mas a prática ‘pegou’ principalmente entre mulheres brancas, casadas, de classe média, com formação universitária, a maioria das quais relatam experiências positivas de acordo com um estudo recente na revista científica “Ecology of Food and Nutrition”. Também é popular entre mulheres que escolhem ter seus bebês em casa, segundo o estudo.”

Para mim ainda soa estranho e confesso que hoje eu não faria, principalmente cozido, comendo como se fosse um simples bife.

O que leva as mães a pensarem nos beneficios da prática?

Nutrientes
O órgão passa nutrientes essenciais da mãe para o bebê e contém ferro e hormônios benéficos do pós-parto, como progesterona e ocitocina, por isso supõe-se que ingeri-lo traga benefícios. Blogs sobre a maternidade e sites que estimulam o parto em casa asseguram que a prática pode diminuir o sangramento pós-parto, ajudar o útero a voltar a seu tamanho normal, enriquecer a produção de leite, além de prevenir a depressão pós-parto.
“Tem várias coisas que fazemos para melhorar nossa saúde que não foram estudadas e provadas pela ciência médica, ainda assim sabemos que funcionam”, diz Laura Curtis, dona da maior empresa voltada para encapsular placenta em Utah, a PlacentaWise, em Lindon. Laura aprendeu a encapsular placentas durante um treinamento para se tornar doula. “Foi estranho para mim e pareceu nojento”, ela diz. “Eu nem encosto em carne. Sou vegana”. Mas ela foi convencida por depoimentos de outras pessoas. “Existe uma demanda por esse serviço e a necessidade de pessoas que o façam de forma segura”, diz Laura, que segue os protocolos aplicados ao manejo de comida.
Ainda assim, não existem evidências de que a prática faça mal. “Não vamos contra a prática”, diz Bernice, do Hospital Universitário. “Nosso objetivo é honrar os direitos dos pacientes e fazer a experiência do nascimento da maneira que eles querem”.A maioria dos mamíferos come sua placenta. “Tem várias coisas que animais fazem e que humanos não deveriam fazer”, diz Mark Kristal, um psicólogo do programa de neurociência comportamental da Universidade de Buffalo.

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Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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