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Vantagens e desvantagens de ser mãe aos 20, 30, 40 e 50 anos

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Quem é mãe sabe que ser mãe envolve mais do que preparo físico, emocional e mental. 

Envolve carinho, amor e confiança. Envolve aprendizado diário e uma dose extra de atenção em tempo integral. 

Mas não é só isso. Em cada momento da vida, a mulher encara a gravidez de formas diferentes. 

Conversamos com Rita Calegari, psicóloga da Unidade Pompeia da Rede São Camilo de São Paulo, sobre os benefícios de ser mãe em diferentes idades. 

Confira abaixo:

 

Biologicamente, o melhor período para gerar um bebê é na faixa dos 20 e 30 anos, fase em que a mulher é mais fértil e que o corpo tende a responder melhor à gestação e à adaptação da maternidade. Mas isso não impossibilita a gravidez entre mulheres de 40 e 50 anos, principalmente porque quem opta em retardar o momento de ser mãe tem muito mais suporte para encarar uma gravidez a partir dos 35 anos já que, com o avanço da medicina, fatores que antes eram considerados impeditivos já não são mais.

Dar à luz uma criança deve ser uma escolha consciente, pois exige disposição física, tempo, estabilidade emocional e preparação psicológica para encarar a responsabilidade e curtir cada fase da gestação.

Para explicar melhor como a mulher encara a gravidez em cada uma dessas idades, conversamos com Rita Calegari, que é coordenadora psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo. Para ela, em cada uma dessas fases a mulher tem vantagens e desvantagens específicas. Veja quais são:

Aos 20 – A mulher é jovem, tem muita energia e tende a se recuperar melhor do parto e das horas mal dormidas à noite. Como não teve tanto tempo de desenvolver uma carreira profissional, pode também ter maior disponibilidade de tempo ou preocupações menores com o estresse gerado por atividades relacionadas ao trabalho.

No entanto, essa incerteza com o trabalho e sustento poderá ser uma desvantagem – já que a mamãe poderá ser dependente de uma rede de apoio (pais ou marido/companheiro) e isso nem sempre é tranquilo para toda mulher (algumas se sentem desconfortáveis por depender financeiramente de alguém, o que pode afetar a autoestima).

Outra desvantagem é a imaturidade – com pouca experiência de vida, a mulher da faixa dos 20 ainda sofre com os próprios altos e baixos emocionais típicos do início da idade adulta e, o fato de se tornar responsável por outra vida pode ser estressante para algumas mulheres. Outro problema desta fase é que os relacionamentos ainda são jovens ou houve pouca experiência afetiva, tornando a vida a dois uma “tacada de sorte”. Por fim, essa faixa etária é uma fase em que os jovens gostam de curtir, viajar e badalar – o que não combina com um bebê.

Aos 30 – Ter filhos nessa faixa etária pode ser bem equilibrado, já que a mulher teve mais tempo para estabelecer vínculos afetivos, experimentar relacionamentos, passear, viajar e estudar. A carreira profissional pode estar em ascensão, mas já melhor definida. O corpo é jovem o suficiente para dar conta das atribuições múltiplas da maternidade, mas mais maduro e estabilizado do que aos 20 – inclusive do ponto de vista emocional. Pode ocorrer alguma tensão relacionada ao momento de engravidar, como o receio de não conseguir, ou em razão das demandas profissionais, especialmente quando o cargo requer viagens constantes ou horários indefinidos. Também pode ser difícil para alguns casais conciliar os planos financeiros, como comprar uma casa ou trocar de carro, com as despesas de um filho.

Aos 40 – Com o avanço da medicina e a inserção da mulher no mercado de trabalho, a cada ano mais mulheres optam por engravidar aos 40. Nesta faixa etária, é comum que a carreira já esteja estabilizada e, normalmente, é nessa idade que algumas mulheres sentem o desejo de se dedicar a alguém.

Nem sempre essa maturidade emocional coincide com um relacionamento estável – é uma faixa onde muitos relacionamentos já se dissolveram e a mulher nem sempre tem o “cara certo” ou disposição para esse investimento a dois. Ou, ainda, o “cara certo” já tem filhos dos relacionamentos anteriores e lidar com o meu, o seu e o nosso pode exigir alguma resiliência.

Aos 50 – Ter filhos nessa faixa pode ser um “sopro” de renovação, a vida ganha outro movimento e a casa fica mais agitada. Nem sempre as mães dessa faixa etária têm disposição para o pique das crianças e pode apresentar alguns problemas de saúde típicos da idade e que podem dificultar o acompanhamento das travessuras de um bebê em desenvolvimento. Além disso, nessa faixa etária as mães costumam ser muito mais tolerantes com as crianças, o que pode gerar alguns problemas de disciplina infantil.

No entanto, por serem mais experientes, essas mães não se intimidam e se dedicam muito naquilo que estão dispostas.

Independente de qualquer fator, idade, vantagem ou desvantagem, ser mãe é um momento único na vida de uma mulher e requer atenção especial à saúde da mamãe e do bebê.  

Fonte: Rita Calegari, coordenadora psicossocial da Unidade Pompeia da Rede São Camilo de São Paulo.

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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