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Mitos e verdades sobre a queda de cabelo durante a gestação

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Durante muito tempo, a queda de cabelo foi considerada meramente uma causa do estresse ou reflexo do uso de produtos capilares inadequados. Pela medicina integrativa ou tricologia, especialidade médica responsável pelo estudo e tratamento das mais diversas causas de distúrbios capilares, o cabelo é utilizado como biomarcador precoce de inúmeras alterações metabólicas, nutricionais ou hormonais do organismo como um todo.
Durante a gestação, segundo a Dra. Elizete Kaffer, especialista em tricologia, espera-se uma melhora clínica de todo o corpo, inclusive da pele, cabelos e unhas devido à liberação dos chamados “hormônios embelezadores”. “Neste período, o ciclo de crescimento capilar, normalmente composto de 80% de fios, 5% em repouso e 15% em queda, se estabiliza na primeira fase, promovendo aumento do volume e otimização capilar em 20%”, afirma a especialista.

 

Ela conta ainda que não só no período de gestação, mas que pequenas mudanças nos níveis hormonais ou na absorção intestinal, alergias alimentares, microdeficiências  vitamínicas ou altos níveis de minerais no corpo podem promover  alterações capilares, desde modificação da coloração dos fios, formato e penteabilidade capilar e diminuição da velocidade de crescimento.  “Essas alterações devem ser analisadas sistemicamente e nunca tratadas somente com loções ou xampus até a correção da causa, devendo ser utilizadas como marcador de saúde metabólica da gestante e do feto”, aponta.
A tricologista Dra. Elizete Kaffer ainda revela alguns mitos e verdades sobre a queda de cabelo durante a gestação. Confira abaixo: 
MITO
Posso lavar os cabelos no pós-parto?
Sim. Lavar os cabelos não altera o sangramento, a pressão ou amamentação, conquanto que seja em temperatura adequada e com auxílio de um assento para evitar movimentos abruptos, dor e queda de pressão. 
Queda é sintoma de estresse?
Não. A queda pode estar relacionada com o estresse, mas nem sempre é o fator causal. Toda queda de cabelo, principalmente na gestante deve ser cuidadosamente investigada e tratada de maneira direcionada para não mascarar uma doença sistêmica metabólica (anemia, alterações hormonais etc.).
FATOS
O cabelo cresce mais durante a gestação?
Verdade.  O cabelo possui três fases de crescimento: 80% dos fios crescendo (fase anagena), 5% em repouso (catagena) e 15% a 20% caindo (telogena). Na gestação, pela ação dos hormônios progesterona e HCG, 100% dos fios entram na fase anagena, que corresponde ao crescimento ativo do cabelo e que dura de três a seis anos, otimizando assim o crescimento, volume e densidade capilar.
Lavar os cabelos com água quente durante a gestação é prejudicial?
Verdade. A água quente tira dos cabelos a proteção natural e pode promover o aparecimento de bolhas internas (bubble-hair), deixando-os mais fracos.  Além disso, dilata os vasos sanguíneos, causando  queda da pressão e mal estar, principalmente em gestantes que já têm a pressão mais baixa. Inclusive, não é recomendável água quente em qualquer período para a saúde dos cabelos.
Pintar o cabelo faz mal para a saúde do bebê?
Sim e é prudente evitar. Apesar de não existirem estudos científicos em gestantes por motivos óbvios, os efeitos tóxicos do uso de amônia e metais pesados são sabidamente conhecidos. O contato, principalmente no couro cabeludo e região próxima do fio pode ser tóxico e prejudicial ao feto. As tinturas sem amônia, xampus tonalizantes e hennas também possuem substâncias de toxicidade duvidosa. Por serem aplicadas no couro cabeludo, devem ser evitadas.
Existe risco para a saúde do bebê o uso de permanentes e alisamentos?
Sim. Pelas leis brasileiras, o formaldeído não pode ser utilizado como alisante em produtos autorizados pela ANVISA, apesar disso o formol e o hidróxido de potássio são substâncias que podem ser encontradas nos produtos para alisamento, potencialmente tóxicas e que podem ocasionar desde baixo peso até malformações fetais.
NEM MITO NEM FATO
Tinturas e tratamentos capilares durante a amamentação podem prejudicar a qualidade do leite?
Depende. A utilização de produtos naturais, sem amônia ou metais pesados, em curto período de tempo, aplicados corretamente, longe da raiz e do couro cabeludo e longe da amamentação é mais aceitável. Já os alisamentos químicos e permanentes devem ser evitados durante todo este período, pois o potencial de absorção materno e  contaminação do leite não é conhecido, podendo ainda acarretar sintomas respiratórios e alérgicos à mulher que amamenta (nutriz).
FONTE: Dr. Elizete Kaffer, responsável técnica da Clínica Shalon. Médica dermatologista com título de especialização pela Sociedade Brasileira de Dermatologia. Tricologista, especialista em medicina capilar, pós-graduada em Medicina Estética e Cosmiatria pela Sociedade Brasileira de Medicina Estética.

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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