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Obesidade Infantil. Como ajudar as crianças contra esse mal!

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Você sabia que a obesidade infantil tem influência genética, mas ela também pode ser o reflexo dos hábitos e da cultura de alimentação da família?


É por isso que conversamos com Rita de Cássia Calegari, Coordenadora Psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo para dar algumas dicas para as mamães que precisam ficar de olho na alimentação dos pequenos. 


Confira!
Um estudo publicado na Public Health England afirma que dar pequenos pratos com uma quantidade maior de comida ajuda crianças obesas a pararem de engordar. Mas você sabe qual a ligação entre o tamanho do prato e a saciedade?
A coordenadora psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Rita de Cássia Calegari, afirma que a ideia é “enganar o cérebro” da criança, ou seja, quando a comida é farta, colorida e bonita, nosso cérebro processa visualmente a comida e produz estados de saciedade: “na cultura latina, pratos grandes e fartos são associados à emoção de abundância, prazer e saciedade. Desta forma, desde criança associamos esse tipo de refeição às emoções positivas, relacionadas à família e ao amor”.
Por isso, ao ofertar pratos menores, mas em maior número de vezes, o cérebro terá a sensação de fartura sem aumentar a quantidade de calorias e, em consequência, o peso.
A obesidade infantil pode ter forte influência da genética, dos hábitos e da cultura de alimentação da família e, principalmente, do emocional da criança que normalmente estão associadas a algum sofrimento, como separação dos pais, bullying e eventos traumáticos.
Por conta disso, é importante passar por uma avaliação e ter uma orientação médica para iniciar a perda de peso com saúde. Os pais e toda a família também têm papel fundamental nesse processo que consiste em dar o exemplo, além de sempre incentivar a criança.
Criticar, humilhar, castigar e punir não ajuda, só atrapalha e desmotiva. Os pais devem motivar seus filhos, entender sua dificuldade acreditar que são capazes. “Neste período, os pais devem evitar as sabotagens – se a criança está em reeducação alimentar para perder peso, não vale premiar com comida, dar chocolate ou encher a despensa com biscoitos e balas”, afirma Rita.
Além dessas dicas, a coordenadora psicossocial da Rede de Hospitais São Camilo acrescenta que a família tem que cozinhar, pois preparar os alimentos em casa é extremamente importante para perder peso e mantê-lo: “Quando a criança participa da ida ao mercado, da escolha dos produtos, embala e desembala as compras, ajuda na escolha do cardápio e na preparação dos pratos, ela se reeduca também”.
Todo esse processo requer tempo e planejamento – elementos essenciais para evitar o sobrepeso -, pois comer o que tem pronto é o jeito mais rápido de engordar. Planejar o que se vai comer, escolher os ingredientes e preparar a refeição, diminuem aquela urgência pelo alimento. 
Então não se esqueça: os casos de sucesso na perda de peso estão relacionados diretamente com a reeducação alimentar e não nas dietas restritivas. Emagrecer requer disposição de investir seu tempo no preparo das refeições. É uma escolha de como gastar bem seu tempo.

Fonte: Rita de Cássia Calegari, coordenadora psicossocial na Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo.

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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