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O Papai Noel? Existe?

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Cada família tem seus costumes e crenças, não é?
É normal que cada uma tenha uma forma diferente de comemorar o Natal, mas o que eu sei é que o tal Papai Noel está presente na maioria das comemorações, porém, alguns pais acham desnecessário e até errado incentivar a criança a acreditar em algo que não existe de fato!

Aqui em casa eu que nunca tive essas histórias de faz de conta, escolhi junto ao marido estimular a imaginação e o faz de conta, sem mentir, mas como?
É fácil, estimular faz bem, mas tem limites!
Aqui o Papai Noel existe!

A imaginação
“Incentivar a crença no Papai Noel é absolutamente saudável. Mais do que isso: é imprescindível! Toda criança merece viver o encantamento do Natal”, garante a psicoterapeuta e contadora de histórias Alessandra Giordano, de São Paulo. 

Datas como Páscoa e Natal, são fundamentais na infância por nos darem a oportunidade de fazer os pequenos pensarem além do comum!

Muitos pais têm dúvidas sobre o que dizer aos filhos a respeito do Papai Noel. Diante desse dilema, a psicanalista austríaca Melanie Klein (1882-1960) experimentou negar a fantasia aos seus rebentos. Ela acreditava que a realidade deveria prevalecer em qualquer circunstância. Mas, certo dia, deparou-se com um pedido dos filhos: eles queriam se mudar para a casa da vizinha. Intrigada, perguntou o motivo e encontrou a resposta: é que lá existia Papai Noel. “O caso está registrado em uma das contribuições de Klein à psicanálise e mostra que a fantasia é intrínseca à criança, queiram os pais ou não”, avalia Carolina.

Por aqui foi bem assim, antes que nós contássemos algo sobre o Natal, a Fernanda que assiste desenhos e já se deparou com histórias de Natal na TV, nos chegou dizendo que o Papai Noel pagria seu bilhete e lhe traria um presente! É comum as crianças gostarem de viver em um mundo mais colorido, e não é nosso direito nem dever negar isso, pelo contrário, os adultos devem ser facilitadores e estimuladores da imaginação!

É importante que os pais não usem o bom velhinho como forma de chantagem! Nada de dizer que ele só vem se o filho se comportar ou fizer aquilo que você está pedindo! Se vai alimentar a fantasia, ela deve ser pura e instigar o lado fraterno e de bondade!
Quem tem que educar seus filhos é você e não a vontade de ganhar um presente no Natal! O que vale é dizer que ele se comportou, que foi uma criança educada e seguiu o caminho correto, portanto pode dizer o que deseja e quem sabe o Papai Noel não atende!
Se o presente for mais caro do que os pais podem pagar, vale pedir uma segunda opção ou dizer que tem que trocar, pois são muitas crianças e o Papai Noel trabalha muito mas não tem dinheiro o suficiente para um presente tão pomposo!

E quando surgir a pergunta: Papai Noel existe? E a frustração ao descobrir que tudo não passou de uma farsa? 
Fiquem tranquilos, não precisa ter medo e muito menos mentir! Alimente a imaginação do seu filho sem mentiras!
Aqui em casa eu digo que o Papai Noel existe para quem acredita nele!
Outra saída é você devolver a pergunta ao seu filho e ver o que ele acredita!
Não cabe a ninguém desfazer nada, somente a criança sabe seu tempo de acreditar ou deixar de fazê-lo!

Como somos Cristãos o Natal é tempo de comemorar o nascimento de Jesus Cristo e isso eu quero que minha filha saiba desde cedo, o foco do Natal é o Papai do céu e não o Noel, com isso a história do Natal tem os dois lados!
O lado Cristão, que ensina a ela que o Natal é tempo de paz, de amor e de relembrar que alguém nasceu para que nós tivéssemos luz, por isso a simbologia das luzes e tudo mais! A casa é enfeitada para comemorar a festa do nascimento de Jesus e os presentes são simbólicos e representam as coisas boas que desejamos aqueles que amamos!
E onde entra o Papai Noel?
Entra na parte da bondade! Ele é um velhinho bom que no Natal se lembra de todas as pessoas boas e as presenteia com aquilo que representa algo bom para elas.
Em sua vida, ela irá encontrar alguns que como Noel são bons simplesmente por serem, sem pedirem nada em troca!

Se de qualquer forma seu filho ficar frustrado ao saber que o bom velhinho era apenas a imaginação dele incentivada por você, seja paciente e explique que boas pessoas sempre existem, que neste caso era o papai ou a mamãe que compravam presentes pois achavam que ele merecia, ou ainda afirme que existe um monte de gente que faz o bem e prefere fazer em segredo e que o papai Noel é uma espécie de codinome, o que não é mentira! 

Qual a experiência de vocês com o Natal e o Bom Velhinho?
Dicas de Livros para falar sobre o Natal

De Anne Gutman (Editora Cosac Naify)


Quem disse que para dar um presente no Natal é preciso ter dinheiro? Gaspar e Lisa se viram com o que têm em casa para fabricar uma linda capa de chuva para a professora. O material seria a cortina do banheiro e muita cola para “costurar”, mas, ao tentarem tingi-la na máquina de lavar, catástrofe! Ela sai de lá minúscula… Mesmo assim, eles não desanimam e conseguem dar outra utilidade para a capa.





De Hans Christian Andersen (Editora Martins Fontes)


O livro traz os textos integrais de algumas das mais fascinantes histórias do autor dinamarquês, entre elas o clássico “A Menina dos Fósforos”, com referências lúdicas às festas natalinas.


Organizadora: Heloiza Prietro (Editora Cia das Letrinhas)


Tatiana Belinky, Marcelo Coelho, Maria Rita Kehl, Lilia M. Schwarcz, Lalau, Otavio Frias Filho e Heloisa Prieto (em parceria com seu filho Lucas Nemeth) escrevem sobre o Natal, um dos dias mais aguardados do ano pelos pequenos.



De Ana Maria Bohrer (Editora Ática)


O livro conta a história de uma família que resolveu dispensar a presença do bom velhinho em uma noite de Natal. Indignadas, as crianças protestaram e, no ano seguinte, algo de engraçado aconteceu.





Fonte de consulta: http://educarparacrescer.abril.com.br/

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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