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Doenças de verão!

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O verão começa oficialmente em 21 de dezembro, e quando ele chega algumas doenças tornam-se mais frequentes devido às características próprias da estação. Por ser época de férias escolares, festas e de feriados prolongados, as pessoas saem e viajam mais. Consequentemente há maior exposição ao sol, consumo de alimentos em locais de lazer, alta concentração de pessoas no mesmo local e vários outros fatores que aumentam o risco e exigem cuidados para prevenir doenças e garantir que a diversão da criançada não acabe mais cedo.


O primeiro passo é evitar que as crianças fiquem expostas ao sol nos horários em que ele está mais forte, e sempre se lembrar da importância do filtro solar. Além disso, não é indicado frequentar locais com aglomerações, já que o acúmulo de pessoas abre caminho para a proliferação de viroses, que são mais comuns em épocas de calor intenso. Outro cuidado importante é estar atento aos sinais que a criança pode apresentar, como falta de energia e qualquer alteração na pele.

Entre as principais doenças que acometem as crianças no verão, estão conjuntivite, otite, desidratação, diarreia e doenças de pele, como brotoeja (miliária), micoses em geral e impetigo. No caso dos pequenos, o risco de contrair uma doença contagiosa é maior, porque o sistema imunológico ainda não está maduro como o de um adulto.

Para auxiliar os pais a proteger suas crianças e aproveitar ao máximo o verão, Redoxitos ®, primeira vitamina C em formato de gominha sabor laranja, que oferece de forma divertida a complementação alimentar de crianças de 4 a 10 anos, reuniu algumas dicas importantes que contribuirão para evitar a incidência dos mal-estares mais comuns:

Conjuntivite – É uma inflamação na membrana fina e transparente que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. No verão ela pode ter maior frequência, já que a irritação pode ser provocada pelo sol ou pelo contato com substâncias irritantes, como a poluição ou o cloro presente em piscinas. Pode também ser causada por vírus ou bactérias. Para evitar a doença, é indicado sempre lavar as mãos, não coçar os olhos, usar óculos de natação e evitar abrir os olhos debaixo d’água.

Otite – O canal auditivo externo, situado entre a orelha e a membrana do tímpano, inflama-se com facilidade quando submetido a ventos e água, principalmente de piscinas, mas também de rios e mares, sobretudo em mergulhos de profundidade. Pode ser causada por fungos ou bactérias e costuma provocar zumbido e dor intensa. O ideal é evitar que a criança fique exposta por muito tempo à água e usar hastes flexíveis somente para higienizar a área externa do ouvido, já que a remoção da cera também pode causar otite.

Desidratação – Caracteriza-se pela perda de líquidos e sais minerais do corpo. Essa perda pode ser provocada por infecção intestinal ou pela exposição excessiva ao sol. Uma pessoa desidratada fica com sede, com a boca e mucosas secas, olhos ressecados e fundos, além de passar muito tempo sem urinar. Para prevenir a desidratação, o ideal é usar roupas leves, ingerir constantemente líquidos, não comer alimentos que tenham ficado muito tempo fora da geladeira e sempre permanecer em lugares arejados e frescos, longe do sol, para evitar um risco maior que é a insolação.

Diarreia e/ou vômitos – A diarreia tem várias causas possíveis: vírus, bactérias, parasitas, efeito colateral de antibiótico ou o consumo de alimentos estragados ou contaminados. Para evitar a enfermidade, é indicado higienizar as mãos constantemente, lavar as frutas e verduras que forem consumidas e redobrar o cuidado com os alimentos ingeridos fora de casa. Quando a criança está com diarreia acompanhada de vômito, ela deve ser levada ao pediatra o mais rápido possível.

Doenças de pele (como brotoeja, impetigo e micoses em geral) – No verão, as crianças estão mais expostas à umidade, seja porque brincam na água ou apenas porque transpiram mais. O excesso de umidade favorece o aparecimento das doenças de pele, que são causadas geralmente por fungos ou bactérias. O ideal é trocar as roupas molhadas por secas, com preferência para aquelas de tecidos naturais (algodão) e de cores claras, pois permitem maior ventilação da pele e refletem os raios de luz e o calor.

Ao perceber qualquer sintoma com mais de 24 horas de duração, os pais devem observar a condição geral da criança. Se ela estiver sem energia, sonolenta e com reações mais lentas, o ideal é procurar serviços médicos. A orientação para prevenir mal-estares e doenças é sempre estimular a ingestão de líquidos e uma alimentação equilibrada com frutas e verduras. Crianças com dieta irregular ou com baixo consumo de frutas e vegetais podem carecer de suplementos alimentares, por isso é indicado sempre consultar o médico pediatra

E agora: Bom verão!
Sugestão de Pauta: Redoxitos!

Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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