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Tecnologia à favor da criança, um bate papo com Duracell

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Ontem estive em um evento promovido pela Duracell no Buffet Planeta Kids e falamos do tema: Tecnologia á favor da criança com a participação da psicóloga Dr. Andréa Jotta, pesquisadora da interface ser- humano -Tecnologia

O Tema foi bastante polêmico e gostaria de compartilhar com vocês!

Nós já falamos de tecnologia na vida das crianças AQUI e já falamos que é necessário se desconectar AQUI, vale a pena conferir!

A Dra. Andrea conduziu o bate-papo que tratou sobre os limites e o excesso da tecnologia na vida de nossas crianças bem como sobre sua importância!


Nossos filhos nasceram em um mundo diferente do nosso, aonde tudo é movido à tecnologia e isso influência diretamente na vida e nos costumes deles!

Eu sou do tipo de mãe que defende que precisamos incentivar a criança a subir em árvores, a pular, correr e brincar ao ar livre, até por que a tecnologia já se faz presente sem que nós precisemos insistir nela. Tudo é necessário mas nada em demasia faz bem e isso inclui esse monte de itens que ganhamos no último século como a TV, os celulares e smartphones, tablets, notebook, brinquedos interativos e por aí vai. A tecnologia, porém,  pode e deve ser utilizada à favor das nossas crianças e isso é bom se feito da maneira correta.

Qual a maneira correta de apresentar a tecnologia aos nossos filhos?
É permitir que ele conheça, que ele consiga interagir com as novidades tecnológicas mas que ele conviva o mundo off-line e que seja estimulado de outras formas.
A criatividade é incentivada nos jogos on-line mas também é nítida no brincar natural, no criar, no colorir e a criança tem que conhecer os dois lados dessa moeda. O exagero acontece quando uma coisa afeta a relação com a outra.
Tudo tem limites, por exemplo, a hora de comer, é de comer e não de assistir desenho!

Será que existe uma idade correta para apresentar a tecnologia aos nossos filhos?
A resposta depende da sua forma de encarar as coisas, do seu jeitinho particular de viver. Se você vive conectada é óbvio que seu filho conhecerá esse mundo mais cedo do que filhos de pais que não são apegados a smartphones e tablets.
Existem bebês muito novinhos que mostram uma capacidade imensa de interagir com eletrônicos e isso pode não ser um problema desde que o bebê seja estimulado em todos os seus sentidos e que principalmente os pais não se esqueçam que o toque e o convívio são primordiais e fundamentais.

Nós nascemos em uma época que tudo tinha começo, meio e fim, aonde o ritmo era menos acelerado. Já nossos pequenos que estão em uma geração mais avançada que a nossa vivem ligados a mil, fazem várias coisas ao mesmo tempo.
Se eles já são mega estimulados nós não devemos freiá-los e sim ajudar que eles assimilem melhor o dia-a-dia com esse monte de informações as quais são submetidos, que eles aprendam a lhe dar com as frustrações que vão encontrar e mostrá-los o equilíbrio entre o mundo real e o mundo online.

Compartilhei um pouco da minha experiência com a Fernanda, que mostra que a tecnologia não faz mal desde que seja mantido o contato, o olho no olho e que isso seja o mais importante, afinal foi assim que controlamos a ansiedade da pequena.

E falando nela, a Fernanda, enquanto a mamãe aqui participava da bate-apo se esbaldou nos brinquedos do Buffet.


E aproveitamos o bate papo para conhecer mamães blogueiras novas e rever “azamigas”.


No final ainda ganhei um kit mara de pilhas, que são sempre bem-vindas afinal manter tudo funcionando não é uma tarefa fácil, haja pilha para manter a baixinha aqui conectada!

E por aí, como anda a conectividade dos pequenos?

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Sobre o Autor

Geisa Simonini

Uma escorpiana geniosa, brava e determinada. Estudei Administração e Marketing e sempre atuei na área comercial e de eventos. Tenho uma cabecinha cheia de idéias e adoro trabalhar com pessoas, afinal para mim, tudo que a vazio de pessoas não faz muito sentido. Sou doidinha por redes sociais e ligada 24 horas por dia, sabe aquela pessoa que não pára? Essa sou eu!
Mas se for para me resumir mesmo: Sou a mãe da Fernanda (e da Camille que ainda está no forninho) e da função de mãe nasceu esse blog onde compartilho com vocês nossas histórias, dia-a-dia e aprendizados

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